Visao-pessoal
... temos a primeira abordagem e nisto podemos criticar, ..., obtendo a razão e por ultimo avaliar!!
terça-feira, 4 de março de 2014
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Phiona é uma miúda de 16 anos. Nasceu no Uganda, numa favela, Katwe. Quando tinha nove anos, PhionaMutesi foi apresentada a um ex-jogador de futebol, Robert Katende. Ele mostrou-lhe um jogo tão estranho que nem sequer tinha um nome no idioma em que ela se expressava: xadrez. Ela sentiu-se atraída pelas figuras das peças. Começou a jogar. Sete anos depois, tornou-se rainha. A história dela deu um livro. A história dela faz sonhar.
Tim Crothers é um jornalista norte-americano que desenterrou Phiona do anonimato. Escreveu um longo perfil, publicado há um ano, no site do canal desportivo ESPN. O texto tornou-se viral. Despertou sentimentos. Puxou pelas atenções.
Crothers descreve assim o ponto de partida desta rapariga que fintou tanta fatalidade: “Phiona Mutesi é o expoente dos que nunca são favoritos. Ser-se africano é estar em desvantagem no mundo. Ser-se do Uganda é estar em desvantagem em África. Ser-se de Katwe é estar em desvantagem no Uganda. E ser-se mulher é estar em desvantagem em Katwe.”
Katwe é o maior dos oito bairros pobres de Kampala, capital do Uganda. Crothers definiu-o como um dos piores lugares do mundo. Não há saneamento e há insectos por todo o lado. Um antro de pobreza, onde ir à escola é mais do que um luxo. É uma miragem para a maioria. “É um lugar onde toda a gente está em movimento, mas ninguém sai dali. Diz-se que se nasceste em Katwe, hás-de morrer em Katwe, de doença, violência ou negligência”, descreve Crothers, que transformou o longo artigo num texto ainda maior e lançou, há dois meses, um livro sobre Phiona: The Queen of Katwe: A Story of Life, Chess, and One Extraordinary Girl’s Dream of Becoming a Grandmaster. A Disney já comprou os direitos. O livro inspira-se no artigo original. Há um pequeno documentário sobre ela no Youtube.
Phiona levantava-se todos os dias às 5h e andava duas horas para encher um recipiente com água potável. Com nove anos, conheceu Robert Katende, que lhe apresentou o xadrez. Isso foi em 2005. Ela passou a andar seis quilómetros por dia para jogar aquele jogo.
O responsável por esta paixão era um ex-futebolista, de 28 anos, que julgava proteger crianças de um futuro nada risonho através do xadrez. Em Katwe, descreve Crothers, o valor da mulher é o valor do sexo e dos filhos que gera. Metade das adolescentes são mães. Muitos habitantes estão contaminados com o vírus da sida — doença que matou o pai de Phiona, quando esta tinha três anos.
No espectro de uma derrota, por vezes surgem jogadas de mestre. Assim foi a iniciativa de Robert Katende. Phiona regressou à escola graças a uma bolsa. Sonha ser médica e chegar ao topo da carreira no xadrez, com o título de grande mestre. Nas Olimpíadas do xadrez, em Outubro, tornou-se candidata a mestre. O instinto de sobrevivência de uma vida ainda curta no Uganda, serviu-lhe também no tabuleiro.
Tim Crothers é um jornalista norte-americano que desenterrou Phiona do anonimato. Escreveu um longo perfil, publicado há um ano, no site do canal desportivo ESPN. O texto tornou-se viral. Despertou sentimentos. Puxou pelas atenções.
Crothers descreve assim o ponto de partida desta rapariga que fintou tanta fatalidade: “Phiona Mutesi é o expoente dos que nunca são favoritos. Ser-se africano é estar em desvantagem no mundo. Ser-se do Uganda é estar em desvantagem em África. Ser-se de Katwe é estar em desvantagem no Uganda. E ser-se mulher é estar em desvantagem em Katwe.”
Katwe é o maior dos oito bairros pobres de Kampala, capital do Uganda. Crothers definiu-o como um dos piores lugares do mundo. Não há saneamento e há insectos por todo o lado. Um antro de pobreza, onde ir à escola é mais do que um luxo. É uma miragem para a maioria. “É um lugar onde toda a gente está em movimento, mas ninguém sai dali. Diz-se que se nasceste em Katwe, hás-de morrer em Katwe, de doença, violência ou negligência”, descreve Crothers, que transformou o longo artigo num texto ainda maior e lançou, há dois meses, um livro sobre Phiona: The Queen of Katwe: A Story of Life, Chess, and One Extraordinary Girl’s Dream of Becoming a Grandmaster. A Disney já comprou os direitos. O livro inspira-se no artigo original. Há um pequeno documentário sobre ela no Youtube.
Phiona levantava-se todos os dias às 5h e andava duas horas para encher um recipiente com água potável. Com nove anos, conheceu Robert Katende, que lhe apresentou o xadrez. Isso foi em 2005. Ela passou a andar seis quilómetros por dia para jogar aquele jogo.
O responsável por esta paixão era um ex-futebolista, de 28 anos, que julgava proteger crianças de um futuro nada risonho através do xadrez. Em Katwe, descreve Crothers, o valor da mulher é o valor do sexo e dos filhos que gera. Metade das adolescentes são mães. Muitos habitantes estão contaminados com o vírus da sida — doença que matou o pai de Phiona, quando esta tinha três anos.
No espectro de uma derrota, por vezes surgem jogadas de mestre. Assim foi a iniciativa de Robert Katende. Phiona regressou à escola graças a uma bolsa. Sonha ser médica e chegar ao topo da carreira no xadrez, com o título de grande mestre. Nas Olimpíadas do xadrez, em Outubro, tornou-se candidata a mestre. O instinto de sobrevivência de uma vida ainda curta no Uganda, serviu-lhe também no tabuleiro.
sábado, 16 de junho de 2012
o país maravilhoso...
(inc)
A terra das quinas ganhou na eleiçao das sete maravilhas do mundo moderno...
Infelizmente nenhuma destas 7 maravilhas foi eleita por cá, mas com obvio olhar para a promoção, demonstração do bom que temos por cá. Ouve a eleição das maravilhas naturais, gastronomicas, praias ... e deu muito resultado!
Com muita alegria, mandaram-me uma reportagem feita pela TVE (um canal espanhol), com uma descrição interressantissima sobre as belezas do seu pais vizinho... http://www.rtve.es/alacarta/la2/ultimos/index.html#659940![]()
bla
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Leonardo Da Vinci: anatomista
quarta-feira, 11 de abril de 2012
domingo, 13 de março de 2011
Para já, só ainda estamos "á rasca"... podemos bater no fundo se continuarmos assim!
GERAÇÃO Á RASCA - culpa nossa ou dos governantes?
Para muitos, estamos muito mal governados..
A sofrer de más politicas!
Verdade! Mas não passemos as culpas todas para o GOVERNO.
Há muitas coisas que tem que ser mudadas por nós e temos que ser mais flexiveis de modo a entender essas mudanças e as ultrapassarmos!
Como por exemplo, aqueles empregos do antigamente que duravam a vida toda e que era certo e bem pago! Hoje em dia já não é assim!! Actualmente é tudo muito mais flexivel...
Sou eu, tu, nós que sofremos...
Estamos a viver de uma forma "desapropriada". Vou passar a explicar-me.
A situação é alarmante, porque os cursos superiores, os mestrados, estão a niveis altissimos e não existe mercado que absorva tantos "habilitados"...
Achamos que temos direito a mundos e a fundos... Créditos mal-parados,...
Há um cem numero de razões que vou tentar aglumerar e apresentarei-as aqui.
Queremos obter empregos estáveis e que sejam a horas "públicas"...
A situação que se está a viver agora, já podia ter sido prevista e soluçionada pelo GOVERNO... E a situação agravou-se como nem todos podem ser engenheiros, nem professoes, nem enfermeiros, nem doutores... E claro, andam desempregados,a recibos verdes, créditos mal-parados,e andam pelo país todos os anos a "saltar" de norte a sul...
Pensem bem... Vou aqui um texto dum mail que me mandaram e é bem demonstrativom daquilo que se está a passar...
As culpas e as soluções, não podem só vir duma parte. Temos que trabalhar todos para o mesmo!!
A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar..
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcaão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivémos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não ?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de À rasca, mesmo à rasca, também já tenho estado.
Mas vou à casa de banho e passa-me.
Para muitos, estamos muito mal governados..
A sofrer de más politicas!
Verdade! Mas não passemos as culpas todas para o GOVERNO.
Há muitas coisas que tem que ser mudadas por nós e temos que ser mais flexiveis de modo a entender essas mudanças e as ultrapassarmos!
Como por exemplo, aqueles empregos do antigamente que duravam a vida toda e que era certo e bem pago! Hoje em dia já não é assim!! Actualmente é tudo muito mais flexivel...
Sou eu, tu, nós que sofremos...
Estamos a viver de uma forma "desapropriada". Vou passar a explicar-me.
A situação é alarmante, porque os cursos superiores, os mestrados, estão a niveis altissimos e não existe mercado que absorva tantos "habilitados"...
Achamos que temos direito a mundos e a fundos... Créditos mal-parados,...
Há um cem numero de razões que vou tentar aglumerar e apresentarei-as aqui.
Queremos obter empregos estáveis e que sejam a horas "públicas"...
A situação que se está a viver agora, já podia ter sido prevista e soluçionada pelo GOVERNO... E a situação agravou-se como nem todos podem ser engenheiros, nem professoes, nem enfermeiros, nem doutores... E claro, andam desempregados,a recibos verdes, créditos mal-parados,e andam pelo país todos os anos a "saltar" de norte a sul...
Pensem bem... Vou aqui um texto dum mail que me mandaram e é bem demonstrativom daquilo que se está a passar...
As culpas e as soluções, não podem só vir duma parte. Temos que trabalhar todos para o mesmo!!
A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar..
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcaão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivémos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não ?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de À rasca, mesmo à rasca, também já tenho estado.
Mas vou à casa de banho e passa-me.
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